Mostrando postagens com marcador facebook. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador facebook. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A Serigrafia popularmente chamada de Silk-screen !

Serigrafia ou silk-screen é um processo de impressão no qual a tinta é vazada, pela pressão de um rodo, através de uma tela preparada, normalmente de seda ou nailon. A tela é esticada em um bastidor de madeira ou aço.

O processo pode ser utilizado para impressão em variados tipos de materiais (papel, plástico, borracha, madeira, vidro, tecido, etc.), superfícies (cilíndrica, esférica, irregular, clara, escura, opaca, brilhante, etc.), espessuras ou tamanhos, com diversos tipos de tintas ou cores.

Também pode ser feita de forma mecânica (por pessoas) ou automática (por máquinas).Muitas aplicações industriais são viabilizadas pelo uso do processo de serigrafia. Com o desenvolvimento de equipamentos e suprimentos serigráficos, além da utilização do computador, atualmente é possível obter impressões com grande fidelidade em relação à matriz.
fonte:WIKIPEDIA

tela ainda sem uso      colocando a tinta     imprimindo

acabada a impressao     o resultado final
Flickr cicciostoky


Serigrafia Artistica

Na tradição artística Ocidental a obra gráfica original pode encontrar-se, de forma rica e expressiva, em autores como Albrecht Dürer, Goya, Rembrandt e em alguns notáveis contemporâneos, tais como Matisse, Picasso, Dali, Miró e Tápies...

Cada um destes criadores, a seu tempo, utilizou técnicas várias, que hoje englobamos na esfera conceptual de obra gráfica: várias modalidades de gravura, litografia e, para os autores mais actuais, a serigrafia.
A realização das obras implica não apenas a intervenção directa do autor em várias fases de processo criativo como ainda o controlo qualitativo dos exemplares e sua autenticação final, por forma a garantir tanto a autoria como o carácter restrito e irrepetível das edições.

Deste modo, cada exemplar será assinado e numerado segundo uma ordem progressiva que irá de 1 até ao número total da tiragem (1/150, 2/150, ......150/150).

No procedimento comum de numeração a expressão 7/200, por exemplo, indicará que o exemplar respectivo é o sétimo de uma tiragem limite de 200.

Convém notar que esta sequência numérica não significa qualquer diferença de valor ou de ordem de tiragem.

fonte: www.cps.pt

sábado, 1 de outubro de 2011

Como funciona a impressão offset

O processo criativo

Toda impressão começa com o processo criativo. Escritores, editores, designers gráficos e artistas são o primeiro passo na criação de revistas, jornais, folders, flyers, catálogos e outros materiais impressos. A equipe criativa da How Stuff Works Express inicia o trabalho meses antes da data de publicação de cada edição. Os tópicos dos artigos são definidos e os escritores designados. Regras específicas sobre o tamanho dos textos e a aposta em recursos gráficos mantêm os artigos curtos, informativos e interessantes. Os editores ajudam a manter o foco e o processo em constante avanço.
Uma vez desenvolvido o texto, as figuras são criadas. Praticamente todas as ilustrações são desenvolvidas exclusivamente para a How Stuff Works Express. Muitas teleconferências entre o autor, o ilustrador e o diretor de criação conduzem o trabalho do desenho conceitual à arte final.


Desenho conceitual de uma máquina do tempo a lápis


Desenho final colorido
Quando um artigo é escrito, arte-finalizado e aprovado, cada parte é enviada eletronicamente para o diretor de criação, que desenvolverá o layout. Ele determinará em que página uma história irá aparecer, onde a arte ficará em relação ao texto e, em algumas publicações, onde ficará a publicidade. Freqüentemente, existem decisões difíceis a serem tomadas sobre a melhor maneira de encaixar o texto e as ilustrações em um espaço tão limitado. Como na criação de um filme, parte do material acaba sendo inutilizada.

Por fim, após o layout de cada página ter sido finalizado, editado e revisado, um arquivo digital do documento inteiro é criado para ser enviado à gráfica. Para isso, normalmente grava-se um CD, mas também podem ser usados arquivos Zip, ou File Transfer Protocol (FTP - Protocolo de Transferência de Arquivos). 



Capa da How Stuff Works Express em arquivo digital para a gráfica

O processo de impressão

São nove os mais importantes processos de impressão: litografia offset, gravura, termografiareprografia, impressão digital, impressão tipográfica, tela, flexografia e rotogravura. Praticamente todas as gráficas comerciais utilizam a litografia offset, mas a qualidade final do produto deve-se normalmente ao direcionamento, experiência e equipamento que a gráfica possui.
A litografia offset é baseada no princípio de que tinta e água não se misturam. As imagens (palavras e ilustrações) são colocadas em chapas (veja a próxima seção para saber mais) que são umedecidas em água e depois em tinta. A tinta adere à área da imagem e a água à área sem imagem. A imagem é então transferida a uma placa de borracha e dela para um papel. Por isso, esse processo é chamado "offset" (fora de lugar), uma vez que a imagem não passa direto da chapa para o papel como acontece na impressão de gravura.

Produção de pré-impressão

Antes de poder ser impresso, o documento deve ser convertido em filmes e chapas. No caso da How Stuff Works Express, os filmes negativos são criados a partir de arquivos digitais. As imagens dos negativos são transferidas para chapas de impressão de uma maneira muito semelhante a qual as fotos são reveladas: permite-se que uma quantidade específica de luz passe pelos negativos para expor a chapa que, exposta à luz, sofre uma reação química que faz com que uma camada que aceita tinta seja ativada. Isso resulta na transferência da imagem do negativo para a chapa.

Os negativos com cor são colocados lado a lado para cada página


Uma cópia em tinta azul é criada a partir dos negativos lado a lado e  utilizada para verificar a posição da imagem antes da impressão
Há vários tipos de materiais que podem ser usados como chapas, como por exemplo o papel, que resulta em um produto de qualidade inferior, e o alumínio, que é o melhor, porém o mais caro.
Cada cor possui uma chapa individual. Mesmo que várias cores estejam presentes no produto finalizado, apenas o preto, o azul, o vermelho e o amarelo cores são utilizados. Esse processo também pode ser chamado de "processo de impressão de quatro cores", algo parecido com o processo de três cores utilizado na televisão.


O olho humano combina quatro pontos de cores individuais em uma única cor



A impressão

O processo de impressão usado para imprimir a How Stuff Works Express é chamado de litografia offset rotativa. O papel é alimentado pela prensa à medida que é puxado de um rolo em um fluxo contínuo. Cada rolo chega a pesar 1 tonelada. O papel é cortado no tamanho correto após a impressão. A litografia offset também pode ser feita com papel já cortado em prensas alimentadas por folhas soltas. Prensas rotativas imprimem em velocidades muito altas e utilizam folhas de papel de tamanho grande. A velocidade das prensas chega a atingir 50.000 impressões por hora. Uma impressão equivale a uma folha de prensa inteira (96,52 cm x 41,91 cm), o que representa 12 páginas da How Stuff Works Express.


Sistema de alimentação de papel da prensa rotativa mostrando o rolo duplo, momentos antes da união do rolo menor (embaixo) com o rolo maior. Cada rolo pesa aproximadamente 1 tonelada e é suficiente para gerar 9 mil impressões (72 mil páginas impressas).
Mesmo que um rolo de papel de 1 tonelada acabe, a prensa não pára de girar. Os rolos podem ser unidos enquanto a prensa está ligada através de festoons. Festoons são uma série de cilindros que se estendem ao longo de uma torre. Momentos antes da junção de dois rolos, os festoons sobem na torre, puxando grandes quantidades de papel. No momento em que a junção ocorre, os rolos de papel param de girar por uma fração de segundo, que é quando os rolos são presos um ao outro automaticamente. À medida que o novo rolo ganha velocidade, os festoons começam a sair da torre a uma taxa pré-determinada pela velocidade na qual a prensa está operando.


Festoons são uma série de cilindros usados para ajustar a tensão antes e depois da junção de um rolo de papel pequeno e rápido com um rolo grande
A prensa tem de manter um balanço constante entre a força requerida para avançar o papel e a quantidade de contra pressão (resistência), que permite que o papel se mantenha firme e plano enquanto passa pelo equipamento.
O processo de tintagemTinta e água não se misturam: esse é o princípio fundamental da litografia offset. A tinta é distribuída nas chapas por uma série de cilindros. Na prensa, as chapas são umedecidas por cilindros de água e então por cilindros de tinta. Os cilindros distribuem a tinta da fonte respectiva para as chapas.
A área da chapa com imagem recebe a tinta dos cilindros de tinta. Os cilindros de água mantêm a tinta fora das áreas da chapa sem imagem. Cada chapa então transfere sua imagem para uma placa de borracha que, por sua vez, transfere a imagem para o papel. A chapa em si não chega a tocar o papel, daí o termo litografia "offset" (fora de lugar). Tudo isso ocorre a uma velocidade extremamente alta.


Close dos cilindros. A série superior de cilindros transfere a tinta amarela para a placa de borracha (o último embaixo) e dela para o papel que passa horizontalmente sob a placa.
O papel fica ligeiramente molhado devido a toda tinta e água aplicadas. Evidentemente, existe um risco da impressão ficar borrada, o que é evitado pela passagem do papel em um forno a gás cuja temperatura interna fica entre 170º e 200ºC.


O papel é rodado em um forno a aproximadamente 190º C. Isso seca a tinta de forma que ela não possa borrar.
Imediatamente após deixar o forno, o papel passa por uma pequena série de grandes cilindros metálicos pelos quais flui internamente água refrigerada. Esses cilindros de resfriamento esfriam o papel instantaneamente e fixam a tinta no papel. Se isso não fosse feito, a tinta sairia facilmente.
Controle de cor e registroO controle de cor e registro é um processo auxiliado pelo uso de computadores. O registro é o alinhamento das chapas de impressão à medida que elas aplicam suas respectivas porções de cor na imagem que está sendo impressa. Se as chapas não estiverem alinhadas perfeitamente a imagem aparecerá fora de foco e a cor ficará errada. Um computador analisa uma imagem de vídeo da marca de registro que foi colocada na folha de impressão. Cada chapa possui sua própria marca. O computador lê cada uma dessas marcas e faz os ajustes de posição de cada chapa, de forma a atingir um perfeito alinhamento. Tudo isso ocorre várias vezes por segundo, enquanto a prensa está rodando no máximo da sua velocidade.


O RCS (Register Control System - Sistema de Controle do Registro) fornece ajustes constantes à prensa. O computador funciona com uma luz estroboscópica e uma câmera de vídeo para processar as informações de registro de cor constantemente. Ajustes incrivelmente pequenos, medidos em milésimos de centímetro, são feitos aos cilindros de cor para garantido o registro correto.
Controle de cor é um processo que envolve a maneira na qual as tintas são misturadas e fixadas ao registro da chapa. A quantidade de tinta que é liberada em uma unidade depende de quanta tinta é necessária para alcançar uma determinada cor. A tinta é ajustada pelo painel de controle, que é parte do console de controle geral. Antes de serem colocadas na prensa, as chapas são escaneadas e os dados são transferidos para um microcassete, que gerencia a liberação de tinta de acordo com valores pré-estabelecidos.


A prensa offset rotativa que imprime a How Stuff Works Express  tem 35 metros de comprimento e pesa 227 toneladas - mais que 150 caminhonetes Camry da Toyota! O processo se inicia com um enorme rolo de papel que é alimentado através de quatro grupos de cilindros. Cada cilindro adiciona uma cor específica, começando com preto e continuando com ciano (azul), magenta (vermelho) e, por fim, o amarelo.


A prensa pode rodar a uma velocidade de até 50 mil impressões por hora


A qualidade da impresão é verificada com freqüência pelo operador de prensa

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

História do design gráfico


A história do design gráfico, enquanto área do conhecimento que investiga a evolução do design gráfico, existe mesmo muito antes de haver uma palavra para design. A crença de que a história e a crítica do design são novas áreas de investigação é um engano, segundo o historiador-designer Philip Meggs: "a crítica de design e a (investigação da) sua história já existe desde o século XVI". Meggs faz parte de uma tradição recente de historiadores que concluíram que a forma como se compreende a história do design gráfico não depende da estrutura tradicional da história da arte.

Em seu livro A History of Graphic Design, Meggs dá uma introdução esclarecedora para a história do design gráfico: "Desde a pré-história, as pessoas têm procurado maneiras de representar visualmente idéias e conceitos, guardar conhecimento graficamente, e dar ordem e clareza à informação. Ao longo dos anos essas necessidades têm sido supridas por escribas, impressores e artistas. Não foi até 1922, quando o célebre designer de livros William Addison Dwiggins cunhou o termo "designer gráfico" para descrever as atividades de um indivíduo que traz ordem estrutural e forma à comunicação impressa, que uma profissão emergente recebeu um nome apropriado. No entanto, o designer gráfico contemporâneo é herdeiro de uma ancestralidade célebre."

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_design_gr%C3%A1fico